Playlist de Maio:
1 - Alicia Keys - Empire State Building
2 - Scissors Sisters - Invisible Light
3 - Yeah Yeah Yeahs - Heads Will Roll
4 - Mystic - Ritmo De La Noche
5 - Christina Aguilera - Not Myself Tonight
6 - Dragonette - Pick Up The Phone
7 - MGMT - Flash Delirium
8 - New Young Poney Club - Chaos
9 - Madonna - Vogue (SST)
10 - Xutos & Pontapés - Homem Do Leme
Playlist de Junho:
Varia entre o camp, o calor e as ondas tugas. Poderia ser melhor mas não ter essas canções nop mp3 é crime.
1 - Lady GaGa - Alejandro
Lady GaGa -- Alejandro - MyVideo
Polémica e copycat. É tudo o que se pode dizer do novo (?) fenómeno pop da actualidade. GaGa copia e reconstroi todo um guião de enredo pop de Michael Jackson a Madonna e não se mostra rogada. Seduzida (convenientemente) na iconografia gay decide prestar uma homenagem aos homossexuais vítimas do Holocausto evocando o homoerotismo leather que o fascismo tão bem representa, decide brincar com a religião (não parece uma Papisa?) e, ao contrário dos outros clipes em que mata um homem (girl power), é morta pelos gays (gay power?). Uma interpretação rebuscada para a (mais) confusa GaGa e o seu mix de imagens sem sentido. Pós-pós-moderna! Outro senão: uma canção plastificada de contornos latinos, mesmo que plagiando ABBA e Ace Of Base, deveria ter um clipe menos densamente soturno.
2 - Edward Maya - This is my life
A música house do momento. Atrevo-me a chama-la a minha música de 2010. Irreverente, cosmopolita (com a sonoridade gipsy-romena) e quente. Para ouvir no volume máximo!
3 - GLEE - This is my confessions
A série do momento e as suas músicas (originais ou coverizadas) vendem que nem ginjas. Na indecisão escolhi este mash-up de "It's My Life" dos Bon Jovi com o "Confessions" (banda que desconheço). O regresso das boysband? Meu Deus, vou imigrar para Marte...
4 - Kelis - Acapella
Tudo já foi dito na minha revisão crítica a "Flesh Tone" de Kelis. Apropriou-se da onda black house (Willam + Guetta) e da excentridade GaGa para produzir hits massiços. A fórmula não é nova mas surte sempre efeito e Kelis não é burra. Do pragmatismo de "Out There" à onda calorenta de "Trick Me", do preverso "Milkshake" ao hipnotizante cover da "In For The Kill" dos La Roux, Kelis prova a sua versatilidade e revela-se a nova música da pop. OU house...
5 - LCD Soundsystem - Drunk Girls
Punk e house podem andar de mãos dadas e ninguém leva a mal. Principalmente com as taxas de alcoolemia a bater redordes...
6 - Robyn - Dancing on my own
A loira sueca mais famosa do mundo (para além das cantoras dos ABBA) decide dançar sozinha. Quem somos nós para contradiar?
7 - Pet Shop Boys - Livin La Vida (Coldplay Cover)
Quando ouço esta canção lembro-se de emancipação gay aliada a nostalgia pós-sida. O synth-pop dos PSB a marcar pontos no revivalismo barroco dos soturnos Coldplay. Cover perfeito? Sem dúvida...
8 - Kylie Minogue - All The Lovers
Kylie Minogue -- All The Lovers - MyVideo
E a piscina de "Slow" mudou-se para a rua. Incitação à orgia. Nada de novo na Austrália...
9 - Nu Soul Family - This Is For My People
O Verão em português tem outro sabor e a prova de os nossos artistas podem fazer grandes descobertas (para além da índia e outros) é este megahit.
10 - Scissor Sisters - Fire With Fire
Escandalosamente pop. O homoerotismo nocturno de "Night Work" dá lugar a uma reluzente (mas enigmaticamente negativa) canção. O clipe replica todo o manacial de videos com identidades elcléticas em mutação e os Scissors Sisters estão de regresso. Ta-dah!
Outras:
Shakira - Esto Es Africa
Música pindérica armada em pseudo-globalizada. Shakira é a deusa do guacamole, do véu e do jambé. Só faltava a vuvuzela...
Filipa Azevedo - Há Dias Assim
Música para adormecer. Há canções assim...
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
A crise como justificativa perfeita

Cavaco não se dignou a vir para Portugal (já que estava nos Açores) para homenagear Saramago. Claro, há coisas mais importantes né?
sexta-feira, 18 de junho de 2010
as rugas e o sexo

Que Horror! Essa gente deveria ser internada! Querer fazer cirurgias plásticas para eliminar essa coisa da Natureza a que chamam rugas...
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O que faz falta à Igreja

«No caso das uniões de pessoas do mesmo sexo, há vivências dramáticas. Tem de se ter em conta a história de discriminações. Uma cultura cujo único modelo é o matrimónio heterossexual exclui do gozo de outros direitos pessoas que poderiam ser incluídas, mesmo sem colocar em perigo o instituto do matrimónio» António Autiero, professor de Teologia Moral na Universidade de Munster in Público.
zamzar
descobri um site óptimo para fazer download de videos do youtube: http://www.zamzar.com/
Com ele pode sacar videos do youtube através do link, converter esse video em qualquer ficheiro (mp3 por exemplo) e envia-lo para o mail. Pirata? Sometimes...
Com ele pode sacar videos do youtube através do link, converter esse video em qualquer ficheiro (mp3 por exemplo) e envia-lo para o mail. Pirata? Sometimes...
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Dois anos de garantia (a postar)
Vou ficar um mês sem portátil: levei-o para a garantia. Isto é, um mês sem postar :(
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Kelis - Flesh Tone
Sempre que alguém fala comigo sobre o seu gosto quase doentio por Beyoncé ou Janet Jackson ou Rihanna surge-me uma imagem forte na cabeça: a etnicidade africana. As cantoras referidas podem-se desdobrar em múltiplas personagens, tocar inúmeros géneros, vestir este ou aquele modelito mas essa ideia persegue-me: elas são reduzidas à sua cor de pele. O mesmo tipo de preconceito surge quando falo de Kelis, a autora de poderosos hits como o perverso “Milkshake” ou o contagiante “Trick me”. Contudo (há sempre um “contudo”) o novo álbum da cantora é qualquer coisa de transcendente: se o “I feel cream” da Peaches, o “Ciao Tiga!” do Tiga e o “Fame Monster” da GaGa foram os meus álbuns de 2009, “Flesh Tone” da Kelis, a par do “Head First” dos Goldfrapp, é o meu álbum 2010. Incrivelmente…
Basicamente o álbum, produzido por Guetta e Will!am, é uma mistura acertada entre o house (Guetta), o electro (GaGa) e o funk (Prince, ou na sua versão mais moderna, Sam Sparro). Kelis surge como uma diva eléctrica das discotecas usando e abusando da mesma imagética excêntrica de GaGa numa versão mais tribal (e o preconceito justifica-se). Nunca pensei que um álbum de Kelis me deixasse tão entusiasmado mas temos que reconhecer a versatilidade da cantora que vai desde do r’n’b novencista e agressivo de “Out There” até à sensualidade funk de “Bossy Girl”. Apertem os cintos, a experiência “Flesh Tone” vai começar:
1 – Intro
Para começar é uma intro invulgar porque, ao contrário das intros tradicionais, tem 3 minutos e tal. É uma mistura entre um warm up de Donna Summer com um vocal a tocar de leve Alison Goldfrapp (mas sempre com a rouquidão de Kelis a marcar pontos). É uma espécie de invasão alienigiena básica: “We control the dancefloor”. Quem somos nós para discordar?
Nota: 3
2 – 22th Century
Depois da entrada triunfante é a vez das boas vindas. Por acaso, é Sam Sparro chapado (até porque o cantor tem uma música com o mesmo nome). Pseudo-plágios à parte: é pura house. Se a ouvíssemos nas discotecas não diríamos que era Kelis. Tem a mão de Guetta? Concerteza e termina com uma experimentação de piano receado de loops electrónicos.
Nota: 4
3 – 4th of july (fireworks)
Se existe música no álbum que é a cara chapada de Guetta é esta. Aliás, a canção é uma revisita do hit “One Love” do DJ com Estelle mudando só a protagonista. É mau? Não. Pelo contrário, é original. A fusão entre o funk e o house nunca foi tão bem conseguida. Em alguns momentos Kelis parece Timberlake. “4th Of July” acerta na data: é a música ideal de Verão. Em resumo: a minha preferida do álbum; apetece cantar (a rima é estúpida, reconheço): you make me high just like the sky on 4th of july…
4 – Home
A contrário do título, a canção é agressiva e crescente. Quase que juraríamos que Benny Benassi tinha comparticipado na produção do álbum. Não. “Home” é magistral sem cair no ridículo da “azeiteirice”. O electro-techno marca presença e Kelis divaga (dentro do possível). Satisfaz.
Nota: 5
5 – Acapella
Primeiro avanço do álbum. “Acapella” é o mix perfeito de funk tribal e house de Ibiza. Uma letra simplória mas pertinentemente apaixonada. No clipe, qualquer semelhança com GaGa é pura coincidência. Pulsante, sedutora e mega-pop. A pista virou selva!
Nota: 5
6 – Scream
Guetta, guetta, guetta! Rebusca-se algum do house eigties (cujo H&LA vão usar e abusar nas suas apresentações ao vivo) e mistura-se com o french house de Guetta. Voilá: hit perfeito. Sound the alarm/Rise your arms, canta pausadamente. Se isto nao é Bob Sinclair vou ali aumentar o volume e já venho.
7 – Emancipate
Prince e stereo house são as palavras que poderiam descrever esta canção sofisticada e enérgica. Os coros evocatórios, a necessidade de liberdade 80s e o quase-sample de remisturas dos Tecnotronics fazem o resto: pronta a ouvir.
Nota: 5
8 – Brave
O electro vence o house-funk e Kelis entra numa de disparar em todas as direcções, mantendo sempre a sua aura de essência black. Guetta não falta e se nunca tivesse criado a “Love Don’t Let Me Go”, “Brave” seria a sua marca registada. Poderosa e viciante.
Nota: 5
9 – Song For The Baby
Apaixonadamente funk 80s (as raízes black vem ao de cima) com a sempre pitada de house (muito próximo do lounge). O álbum termina aqui, com uma canção onde as palavras, que eram escassas noutras faixas, dominam o cenário e exigem que Kelis seja considerada a nova musa da música pop. Ou funk. Ou electro. Ou melhor, house.
Basicamente o álbum, produzido por Guetta e Will!am, é uma mistura acertada entre o house (Guetta), o electro (GaGa) e o funk (Prince, ou na sua versão mais moderna, Sam Sparro). Kelis surge como uma diva eléctrica das discotecas usando e abusando da mesma imagética excêntrica de GaGa numa versão mais tribal (e o preconceito justifica-se). Nunca pensei que um álbum de Kelis me deixasse tão entusiasmado mas temos que reconhecer a versatilidade da cantora que vai desde do r’n’b novencista e agressivo de “Out There” até à sensualidade funk de “Bossy Girl”. Apertem os cintos, a experiência “Flesh Tone” vai começar:
1 – Intro
Para começar é uma intro invulgar porque, ao contrário das intros tradicionais, tem 3 minutos e tal. É uma mistura entre um warm up de Donna Summer com um vocal a tocar de leve Alison Goldfrapp (mas sempre com a rouquidão de Kelis a marcar pontos). É uma espécie de invasão alienigiena básica: “We control the dancefloor”. Quem somos nós para discordar?
Nota: 3
2 – 22th Century
Depois da entrada triunfante é a vez das boas vindas. Por acaso, é Sam Sparro chapado (até porque o cantor tem uma música com o mesmo nome). Pseudo-plágios à parte: é pura house. Se a ouvíssemos nas discotecas não diríamos que era Kelis. Tem a mão de Guetta? Concerteza e termina com uma experimentação de piano receado de loops electrónicos.
Nota: 4
3 – 4th of july (fireworks)
Se existe música no álbum que é a cara chapada de Guetta é esta. Aliás, a canção é uma revisita do hit “One Love” do DJ com Estelle mudando só a protagonista. É mau? Não. Pelo contrário, é original. A fusão entre o funk e o house nunca foi tão bem conseguida. Em alguns momentos Kelis parece Timberlake. “4th Of July” acerta na data: é a música ideal de Verão. Em resumo: a minha preferida do álbum; apetece cantar (a rima é estúpida, reconheço): you make me high just like the sky on 4th of july…
4 – Home
A contrário do título, a canção é agressiva e crescente. Quase que juraríamos que Benny Benassi tinha comparticipado na produção do álbum. Não. “Home” é magistral sem cair no ridículo da “azeiteirice”. O electro-techno marca presença e Kelis divaga (dentro do possível). Satisfaz.
Nota: 5
5 – Acapella
Primeiro avanço do álbum. “Acapella” é o mix perfeito de funk tribal e house de Ibiza. Uma letra simplória mas pertinentemente apaixonada. No clipe, qualquer semelhança com GaGa é pura coincidência. Pulsante, sedutora e mega-pop. A pista virou selva!
Nota: 5
6 – Scream
Guetta, guetta, guetta! Rebusca-se algum do house eigties (cujo H&LA vão usar e abusar nas suas apresentações ao vivo) e mistura-se com o french house de Guetta. Voilá: hit perfeito. Sound the alarm/Rise your arms, canta pausadamente. Se isto nao é Bob Sinclair vou ali aumentar o volume e já venho.
7 – Emancipate
Prince e stereo house são as palavras que poderiam descrever esta canção sofisticada e enérgica. Os coros evocatórios, a necessidade de liberdade 80s e o quase-sample de remisturas dos Tecnotronics fazem o resto: pronta a ouvir.
Nota: 5
8 – Brave
O electro vence o house-funk e Kelis entra numa de disparar em todas as direcções, mantendo sempre a sua aura de essência black. Guetta não falta e se nunca tivesse criado a “Love Don’t Let Me Go”, “Brave” seria a sua marca registada. Poderosa e viciante.
Nota: 5
9 – Song For The Baby
Apaixonadamente funk 80s (as raízes black vem ao de cima) com a sempre pitada de house (muito próximo do lounge). O álbum termina aqui, com uma canção onde as palavras, que eram escassas noutras faixas, dominam o cenário e exigem que Kelis seja considerada a nova musa da música pop. Ou funk. Ou electro. Ou melhor, house.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Tira férias Cavaco!

Depois que promulgou a lei do casamento o Cavaco nunca mais foi o mesmo. Desta vez, desata a dar "sugestões" aos/às portugueses/as sobre o seu destino de férias (que já são poucas!) em detrimento da economia do país. O que surgirá de seguida? Uma "sugestão" sobre o vestuário? Vida sexual? O discurso das pessoas?
Realmente, com este tipo de comentários, o PR está a promover aquilo que não quer: a fuga dos/as portugueses/as para o estrangeiro!
«Nesse dia, o arco-íris (...) será também o símbolo da nossa República» Miguel Vale de Almeida

No futuro – numa sociedade mais perfeita –
algum outro talhado como eu
decerto aparecerá e livremente fará. (Kavafis)
algum outro talhado como eu
decerto aparecerá e livremente fará. (Kavafis)
sábado, 5 de junho de 2010
Poço dos Desejos
Abre hoje. Chama-se “Poço dos Desejos” e pertence ao meu amigo Álvaro (daí a “propaganda” no meu blogue). É uma loja de sabores, com doçaria tradicional, confeitaria gourmet, guloseimas e bebidas, como vinhos, licores, águas, chás e refrescos.
O que começou por ser uma loja de gomas tomou o formato de loja de comida gourmet (comida doce e saudável)
O que tem?
- Bolachas e biscoitos tradicionais
- Geleias, compotas e marmelada
- Mel de sabores
- Chá de essências
- Jéllies de framboesa com figos secos de Trás dos Montes
- Cupcakes
- Águas (Vitamin Water, gasosas, etc)
- Vinhos e espumantes
- Guloseimas (Chocolates fininhos da Regina com sabores diversos, chapéus de chuva de chocolate, rebuçados, Dr. Bayard, Conguitos, rebuçados diamente, pastilhas Gorila, São Brás, caramelos espanhois, etc).
E muito mais…
O que espera? O pecado mora mesmo aqui ao lado.
Localização: Rua Costa Cabral, 700
Porto, 4200 - 211
Horário de Abertura: Seg – Sáb das 10h às 20h
Contacto: 919167076
quinta-feira, 3 de junho de 2010
E esta hein?

Assunção Cristas, deputada do CDS-PP, é favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A prova vida de que não tem que haver dois lados da barricada e que os direitos humanos não são uma questão de ideologias mas, antes de mais, uma questão basilar e universal.
Medidas de arbitraiedade
terça-feira, 1 de junho de 2010
Ola o meu nome Hugo Santos e sou da PT comunicações...
Notícia feliz (agora que pertenço aos quadros). Mas sou anti-capitalista na mesma! GRRR
Sim, vou ser daquelas pessoas chatas que não vos deixa respirar sem comprarem um produto e com cifrões nos olhos.
Sim, vou ser daquelas pessoas chatas que não vos deixa respirar sem comprarem um produto e com cifrões nos olhos.
No meu tempo...
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