quinta-feira, 31 de julho de 2008

Burro velho não aprende línguas


Comentário da minha avó:

"Foi preciso vir cá o Chavez para diminuírem o preço da gasolina."

Caso para dizer, o Sócrates chave muito...

O Gato dos saltos altos

Condenado por pensar que vizinho abusou do gato

Crime. Arguido baleou homem por achar que era 'gay'

Para o juiz, o atirador agiu por um motivo homofóbico

O indivíduo que baleou os vizinhos por acreditar que um deles, pelo facto de ser homossexual, estaria a sodomizar o seu gato foi ontem condenado, no Tribunal São João Novo, Porto, a cinco anos e seis meses de prisão efectiva. José Maria Correia, 53 anos, empregado de mesa, foi condenado por homicídio na forma tentada e detenção de arma proibida.

O tribunal deu como provado que, em 27 de Outubro de 2007, José Correia pediu a Anabela Cruz Silva (atingida pelos disparos), que se encontrava no pátio das habitações, que o ajudasse a resgatar o seu gato que havia fugido para um terreno contíguo. O vizinho José Pedro Macedo, que estava à janela da sua habitação e se apercebeu da situação, prontificou-se a ajudar no resgate. Quando José Correia viu José Pedro a tentar apanhar o gato começou a proferir expressões injuriosas sobre a sua orientação sexual.

Assim que consegue capturar o animal, o vizinho de José Correia desloca-se para a habitação do arguido, ficando Anabela Cruz no pátio, onde foi atingida pelos disparos de uma pistola Browning, de calibre 6.35, pertencente ao arguido. Provou-se que José Correia acreditava que a pessoa no pátio era José Pedro e estava convicto de que "este era homossexual e que pudesse ter havido contactos de natureza sexual entre o vizinho e o gato". No seguimento dos disparos, Anabela Cruz, professora, foi submetida a intervenção cirúrgica.

O tribunal considerou que o arguido, durante o julgamento, esteve "profundamente desconcertante" e com "comportamento homofóbico". Durante as buscas policiais foram encontradas 38 munições em casa do arguido, conhecido por "Zé Pistoleiro", como contou uma tia da ofendida. O juiz-presidente, João Amaral, considerou que o motivo que desencadeou os factos "é torpe". "Dar um tiro em alguém por ser homossexual e por supostamente ter tido relações sexuais com um gato que ajudou a resgatar, e por isso o animal ter ficado homossexual, é talvez o motivo mais torpe que eu já vi na minha vida", frisou o juiz. Esse motivo é revelador "de uma insensibilidade atroz pela pessoa humana", referiu João Amaral, lembrando o caso do transexual Gisberta, que morreu às mãos de jovens menores e comparando o comportamento destas com o do arguido.

Jornal de Notícias, 29 de Julho de 2008

Vou ter mais cuidado quando usar a palavra "gato" para definir "gajo interessante"... Não era como nos velhos tempos em que se usavam botas e não sapatos altos de cristal...

Hit me McCain one more time

McCain compara Obama a Britney Spears

McCain compara Obama a Britney Spears. O republicano John McCain lançou na quarta-feira um novo anúncio televisivo contra o seu adversário democrata, onde compara Barack Obama a Britney Spears e Paris Hilton.


O spot publicitário, que tem a duração de cerca de 30 segundos, começa com uma voz off feminina a afirmar “é a maior celebridade mundial”, enquanto que passam imagens do senador de Illinois em Berlim, entrecortadas de fotos da cantora e da herdeira norte-americana.

Mas estará preparado para liderar?”, interroga-se a narradora, acrescentando que o candidato democrata à Casa Branca se opõe às explorações petrolíferas no mar e que quer aumentar os impostos sobre a electricidade.

O anúncio termina com afirmação “impostos mais altos e mais petróleo estrangeiro. É esse o verdadeiro Obama”, e com uma fotografia de John McCain e a voz deste a dizer “sou John McCain e aprovo esta mensagem”.

Correio da Manhã, 31 de Julho de 2008

Ataques pessoais? Política é diferente da Tertúlia Cor de Rosa das manhãs da Fátima ok?

Remake de "O Cavaleiro das Trevas"

De ficar com os olhos em bico

China censura Internet aos jornalistas


Pese embora a China tenha prometido a garantia de uma liberdade total aos média estrangeiros durante os Jogos Olímpicos, que decorrem entre 8 e 24 de Agosto em Pequim, vem agora cercear esse direito fundamental.

O recuo acontece no que ao acesso à Internet diz respeito, que vai ser censurado. Segundo a agência Lusa, a porta-voz do comité de organização do evento, Sun Weide, disse: "Durante os Jogos Olímpicos vamos fornecer um acesso à Internet suficiente para os jornalistas".

Posto isto, os média presentes em Pequim não poderão utilizar páginas contendo informações sobre o movimento espiritual Falungong, proibido naquele país asiático, bem como a outros sites. Aliás, os jornalistas que trabalham no principal centro reservado à imprensa durante os Jogos Olímpicos, queixaram-se já de não poder aceder a diversos sites como o da BBC.


Jornal de Notícias, 31 de Julho de 2008

A propósito...



quarta-feira, 30 de julho de 2008

Boas Notícias


Os casos de HIV em Portugal desceram 30% desde de 2000 até agora. Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas para o VIH/SIDA. Mesmo assim, Portugal ainda tem que se preocupar com 34 mil portugueses infectados. Os números mundiais também são assustadores: mais de 33 milhões de pessoas infectadas. O positivo (positivo mesmo!) na história é que o número tem diminuído. We wish...

terça-feira, 29 de julho de 2008

Ri Ana

Nomes como Britney Spears, Cristinna Aguilera, Rihanna e outros como tal, causam-me um certo friozinho na barriga. Eu explico: eu não sou antipop. Definitivamente. Muito pelo contrário, eu adoro música pop! Pop de qualidade entenda-se! Não que os nomes acima mencionados também não sejam pop de qualidade. Algumas tem músiquinhas giras. Dá para cantarolar! Mas não passa disso. É muito chiclete. Muito plástico. Não há essência nem evolução. Muitos desses nomes não representam crescimento musical, maturidade. Limitam-se a fazer o mesmo estilo de música durante décadas e basicamente é isto. Todos os nomes acima mencionados cheiram-me a wannabes, a fotocópias de ícones maiores. Rihanna é um exemplo. Com três álbuns conquistou os topos de paradas musicais tão importantes como a Billboard. Hits como "Umbrella" ou "Pon The Replay" vão fazer parte da boca do povo durante duas ou mais gerações. Provou não ser uma one-hit-wonder. Mas e daí? Habituou-se ao sampling e não cresce. Com sorte teve o apadrinhamento de nomes estelares como Jaz-Z, um dueto com Sean Paul e um novo videoclip produzido por David LaChapelle. Ela tem futuro. Talento. Mas por favor, façam coisas novas. Arrisquem! A indústria musical está na fossa. Mais um motivo para capricharem bem e salvarem a música pop. Este "Disturbia" podia muito bem ser uma luz ao fundo do túnel...

Coisa do D(emo)

Os jovens que se identificam com o estilo Emo na Rússia podem em breve ter problemas com a justiça para manter o visual e o modo de ser típicos do estilo. Uma lei está sendo elaborada para proibir os sites dedicados a tudo que se refere aos Emos, assim como a proibição dos jovens russos de se vestirem e usarem cortes de cabelos e objetos característicos.

Segundo os defensores do projeto de lei, a proibição visa resguardar os jovens russos de comportamentos anti-sociais e negativos, já que o estilo induziria os jovens à depressão e ao suicídio, segundo a lei. Os Emos são descritos pela lei como “jovens que usam roupa preta, com piercings e franja cobrindo metade do rosto”.

Durante o último final de semana vários jovens Emos protestaram em diversas cidades do país. Na cidade de Krasnoyarsk, na Sibéria, jovens levavam faixas com dizeres como “Um Estado Totalitário Encoraja a Estupidez”. Integrantes da banda Emo russa Maio engrossaram os protestos. Um dos membros da banda, Dmitry Gilevich, declarou que “expressar emoções não é proibido por lei”.

Canal Pop, 24 de Julho de 2008


Por amor da santa! Em primeiro lugar, quem achar que eu virei anticomunista (fácil dedução tendo em conta os meus últimos postes) pode tirar o cavalinho da chuva. Quer-me parecer , a mim e a qualquer pessoa com bom senso e defensora da democracia, que as ditaduras são um sistema político tão repugnante que fazem os excrementos de vaca tornarem-se deliciosas bolas de berlim (e a referência a Berlim é completamente despropositada).

Ok, eu também acho que os emos deviam ir para um bunker anti-radiações e chicoteados até aprenderam a soletrar correctamente a frase "Cresçam putos com a mania que a vida é cinzenta!". Mas por amor da santa, ninguém tem culpa de ser um atentado à moda e isto merecia realmente outro post.

Vá, cantem comigo: Soltem, os emos! (Cantar com o ritmo de "Soltem os Prisioneiros" dos Delfins.)


Tratado sobre a tomada do poder

Este panfleto político disfarçado de novela infantil já tinha sido publicado em Portugal, sob o título O Triunfo dos Porcos, mas surge outra tradução, de Paulo Faria, com novo título, A Quinta dos Animais, mais próximo do original inglês de George Orwell, Animal Farm. Nomes e detalhes geográficos foram alterados, para aproximar o texto do estilo original de fábula. Este livro polémico (odiado à esquerda, incompreendido à direita), é conhecido em Portugal, mas a a nova versão da Antígona merece leitura atenta.

O clássico de George Orwell foi concebido como narrativa política, de crítica anticomunista, mas a sua essência permanece tão actual que quase podia ser um tratado sobre a tomada do poder. A Quinta dos Animais é um livro antitotalitário, escrito a pensar no destino fatal da Revolução Russa, mas que podia muito bem aplicar-se aos contemporâneos Zimbabwes. As personagens são esquemáticas e simples. Há um tom geral de comédia sinistra. O livro conta-nos a substituição do preguiçoso senhor Reis pelo porco Napoleão e acólitos, da transformação de um sociedade opressiva numa outra, onde a opressão é, talvez, ainda mais radical e cínica. Esta é sobretudo a comovente história da morte das utopias e dos efeitos da soberania da linguagem. Orwell, que conhecia os mecanismos do totalitarismo, inventou neste texto uma das grandes frases do século XX: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros."


Luís Nave
, Notícias 26 de Julho, 2008





Madonna disfarçada de... Madonna!


É a versão loira do Smeargle do Senhor dos Anéis? É a Betty Grafstein quando se levanta da sua caminha incrustada em diamantes e forrada com lençóis Channel? É o Michael Jackson disfarçado de seropositivo em estado avançado da doença? Não. É Madonna, bitches!

Nem o photoshop lhe salva dos já inevitáveis 50a. Tic toc tic toc...

P.S. Reparem no bracinho à Hulk. Há pessoas mázinhas não há?

Quinta da Fonte - Loures


"O racismo não é só a preto e branco, o que baralha um pouco a esquerda bem pensante"

Fernando Madrinha - Expresso

Os novos truques da direita/ex-esquerda...


Guernica - Pablo Picasso



Se Leonardo da Vinci nunca tivesse pintado a Mona Lisa, Guernica teria sido o quadro mais famoso do mundo e Pablo Picasso elevado a astro rei da arte mundial de todo sempre. Pintado em 1937, por ocasião da Exposição Internacional de Paris, foi exposto no pavilhão da República Espanhola sendo transferido posteriormente para o Museu de Arte Moderna de Nova York, durante a II Guerra Mundial, passando depois para o Centro Nacional de Arte da Rainha Sofia cumprindo assim um desejo de Picasso: só regressaria a Espanha quando este fosse um país democrático. Assim foi a 9 de Setembro de 1981. Originalmente, a pintura foi produzida em homenagem a um amigo de Picasso que teria morrido, o toureiro Joselito, mas Picasso decide renomeá-lo de Guernica, quando em Paris, tem conhecimento através dos jornais do bombardeamento da cidade espanhola Guernica por parte dos nazis. Esse é tomado como a principal razão da origem do quadro. O quadro é monocromático, pintado a óleo e a preto e branco, sendo representativo a dor e luto de Picasso. A tela mede 350 por 782 cm e o estilo cubista predomina. Conta-se que, em 1940, com Paris ocupada pelos nazis, um oficial alemão, diante de uma fotografia reproduzindo o painel, perguntou a Picasso se havia sido ele quem tinha feito aquilo. O pintor, então, teria respondido: "Não, foram vocês!".

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Frase da Semana


"A recompensa por uma coisa bem feita é tê-la feito"

Ralph W. Emerson


10 mistérios que ainda permanecem sem explicação


10. Efeito Placebo





O efeito placebo dá-se quando uma pessoa é tratada com alguma substância inerte ou inativa, a que se atribui certas propriedades (como as de cura de uma doença) e que, ingerida, pode produzir um efeito que suas propriedades não possuem. Quando um placebo é tomado, (principalmente com os conselhos de outras pessoas) faz com que a pessoa obtenha melhora, simplesmente porque ela estava esperando ou acreditava que iria funcionar. Algo semelhante, chamado efeito nocebo, ocorre quando o paciente pode, ao tomar uma substância inócua, sentir os mesmos efeitos colaterais que um remédio causaria.

Por que estes fenômenos ocorrem é um misterioso e eles são apenas uma das muitas coisas complexas relacionadas com o cérebro.




9. Panspermia




Como é que a vida na Terra começou? A ciência sugere que a vida começou quando o planeta tornou-se favorável para habitação. Uma outra hipótese é levantada pela panspermia, que sugere que "as sementes de vida" existem em todos os lugares, ao redor do universo, e que a vida na Terra começou quando estas "sementes" vieram parar aqui, provavelmente por um meteoro, e que, estas mesmas sementes foram levadas para outros locais habitáveis do universo. Algo semelhante a esta hipótese é a exogenese. Ela sugere que a vida foi trazida à terra há milhares de milhões de anos atrás, no entanto, ela não afirma que foi levada para outros lugares habitável.

No passado se acreditava que a vida na Terra teria começado a partir de uma matéria não viva, esse processo tem o nome de abiogênese, Stanley Milller e Harold Urey químicos da década de 50, conseguiram criar aminoácidos e outras moléculas importantes para a vida a partir de compostos simples que existiam na terra primitiva. Porém alguns cientistas acreditavam na possibilidade de a vida ter vindo de outros planetas.

Embora alguns sejam cépticos quanto à forma ao surgimento da vida, existe uma forte evidência de que certas formas de vida, como células e alguns tipos de bactéria podem existir realmente no espaço, talvez em um estado de dormência.




8. Extinção em massa




Desde a morte dos dinossauros, com o desaparecimento das criaturas, teorias sobre extinção em massa existem até hoje. Em alguns momentos, a causa parece evidente. Estamos destruindo a biosfera e a atmosfera, e os cientistas prevêem que nos próximos 100 anos, 50% de todas as espécies vivas deverão estar extintas. Mas, a verdadeira razão não é clara. Ela pode ter ocorrido devido à concorrência de outras espécies, dramáticas alterações climáticas, ou o impacto de um asteróide ou meteoro (este último sendo mais popular). Durante a extinção dos dinossauros, jacarés e tartarugas já existiam, mas eles sobreviveram, até os dias de hoje, enquanto que os dinossauros, os répteis marinhos e outros morreram. Por este e outros motivos, a extinção dos dinossauros é um mistério. Outras teorias populares incluem: - inundação, chuva de asteróides e aquecimento global.




7. Zumbis no Haiti




A prática de vodu no Haiti há muito tem sido considerada como um grande mal, e a base desta consideração, é que o vodu é usado para criar zumbis. Não os zumbis que conhecemos de Hollywood, mas zumbis, como seres humanos sub-conscientes, que fazem tudo o que é pedido.

Wade Davis, um biólogo canadense, descobriu uma série de informações sobre o assunto. Aparentemente, os zumbis tiveram origem na África, quando substâncias ou venenos eram injetados no sangue da vítima. Davis sinaliza fatos importantes. A zumbificação não é comum, é utilizada como uma espécie de punição severa, provavelmente para os que quebraram as sagradas leis do vodu.




6. Intuição




Se você não viu, como é que você sabe? Isso é intuição. Às vezes chamado de um sexto sentido, intuição é a capacidade de adquirir conhecimentos, sem uma clara fonte. Várias pessoas afirmam que, em determinados momentos, tem a sensação de que alguém está observando-as, e elas olham ao redor para descobrir. Alguns policiais conseguem olhar para os suspeitos de um crime e de alguma forma, perceber quem é o culpado, e depois descobrem que ele tinham razão.

Embora algumas pessoas afirmem que estas coisas são todas coincidências, outros acreditam que o cérebro humano tem uma habilidade especial para obter o conhecimento em torno deles, sem conciência. É um outro mistério da mente humana.




5. 2012




O que torna este ano tão especial? A antiga civilização Maya, da América Central, criou um calendário especial que marca eventos especiais. Segundo ele, é previsível que o fim do ciclo de vida humana ocorrerá em 21 de Dezembro de 2012, no solstício de inverno. Os Mayas eram bons em matemática e astrologia, previram um eclipse com precisão, que ocorreu centenas de anos depois. Por este motivo, algumas pessoas acreditam que eles tem razão sobre o fim do mundo. Outra coisa que deixa os cientistas intrigados, é que existem fenômenos previstos para acontecer no ano de 2012. Hoje, sabe-se atraves de instrumentos tecnologicamente avancados, que o centro da nossa galaxia contem um imenso buraco negro. Os maias criaram um simbolo o “Hunab Ku” que representa um buraco negro no centro da nossa galaxia, como eles obteram esta informacao ninguém sabe até hoje. Eles acreditavam que o nosso mundo passou por ciclos de morte e renascimento. Além disso, o calendário indiano, o Kali Yuga, termina aproximadamente na mesma hora. Coincidência?




4. Exoplanetas




Um exoplaneta (ou planeta extra-solar) é um planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol e, desta forma, pertence a um sistema planetário distinto do nosso.

Existem 277 exoplanetas registrados até hoje. No entanto, a maioria indicou sempre condições inóspitas à existência de vida tal como é concebida em nosso planeta. Os planetas detectados até agora são, em sua maioria, do tamanho ou maior do que Júpiter, e giram na maioria das vezes em órbitas muito próximas da estrela mãe.




3. Linhas de Nazca




Gravadas na terra sobre a Planície de Nazca, no Peru, as Linhas de Nazca são símbolos gigantes, perfeitamente desenhados. Alguns tem centenas de metros. Parecem que foram feitas pelas mãos de algum gigante, há dois mil anos atrás, e curiosamente, só podem ser visto a partir do ar.

Os pesquisadores afirmam que, quem os fez, provavelmente utilizou um balão de ar quente ou asas para voar e ver o seu trabalho. Os símbolos são parecidos com animais e plantas. Contudo, alguns são longas faixas de terra sem qualquer significado aparente. Um escritor chamado Erich Von Daniken acreditava que estas eram pistas de desembarque para naves espaciais alienígenas. Maria Reiche, uma astrônoma, diz que estas linhas podem ter sido utilizadas como uma agenda, ou uma maneira de mantê-los à par das estrelas e planetas. Há um desenho de um macaco, que tem uma cauda enrolada, semelhante à linha orbital do nosso sistema solar. Existem ainda algumas teorias confusas que sugerem que haviam gigantes, há 2000 anos atrás.




2. Estruturas megalíticas




Stonehenge é um monumento megalítico da Idade do Bronze, localizado próximo a Amesbury, no condado de Wiltshire, a cerca de 13 quilômetros a Noroeste de Salisbury, na Inglaterra.

Existem diversas lendas e mitos acerca da sua construção, atribuída a diversos povos: Egípcios, Fenícios, Gregos, Celtas, Romanos, Saxões, Dinamarqueses, Atlantes, Aliens e ao mago Merlin.

Uma das opiniões mais populares foi a de John Aubrey. No século XVII, antes do desenvolvimento de métodos de datamento arqueológico e da metodologia da pesquisa histórica, foi quem primeiro ligou este monumento, e outras estruturas megalíticas na Europa, aos antigos Druidas. Esta idéia, e uma coleção de falsas noções relacionadas, difundiram-se na cultura popular do século XVII, mantendo-se até aos dias atuais.

Ao analisar as pedras utilizadas, percebe-se que foram minuciosamente cortadas para que uma se encaixasse sobre a outra, formando os chamados trilitos. Embora já estejam bastante apagadas devido à ação do tempo, diversas pedras trazem desenhos ou inscrições rupestres feitas pelas antigas civilizações.




1. Criação do Universo




O universo é grande e desconhecido, possivelmente, o maior mistério é como ele foi criado. Os cientistas sugerem que houve uma enorme explosão há bilhões de anos atrás, chamado "The Big Bang". Essa teoria é a mais aceita, e os cientistas estão procurando por trilhas de energia deixadas para trás à partir da explosão colossal que criou um trilhão de estrelas.

Ainda não existe uma prova concreta, mas a criação do universo é algo muito grande para acontecer de maneira simples. De um lado, os religiosos afirmam que Deus criou o universo, de outro, os cientistas dizem que houve uma grande explosão, e que existe energia do bang movendo-se no universo, por esse motivo, tentam localizar o epicentro. O debate está longe de terminar. Religião versus Ciência é provavelmente o maior conflito no mundo.

Retirado de http://ritalinaonline.blogspot.com

domingo, 27 de julho de 2008

Foto Síntese


O tribunal de Menores mandou a aluna que agrediu a professora por causa de um telemóvel trabalhar a favor da comunidade.

A favor da comunidade? Espero que as operadoras de telemóvel tenham o curso de taekwoddo.



Ingrid Bettencourt participou na marcha pela libertação dos reféns das FARC que decorreu em várias cidades do mundo.

Tantos reféns da homofobia internalizada que não participam nas marchas LGBT...



Valentim Loureiro foi condenado a três anos e seis meses de prisão, com pena suspensa, no processo "Apito Dourado".

Não te preocupes Valentim, daqui a nada sais em liberdade como qualquer mero mortal. E olha que tu não sequer és um mero mortal...


O antigo líder sérvio da Bósnia Radovan Karadzic, acusado de genocídio, foi apanhado após 13 anos em fuga.

Espero que fique o dobro do tempo a penar...


A Procuradoria-Geral da República arquivou o processo do desaparecimento de Madeleine McCann.

E ela no Pólo Norte a tomar chá com o Pai Natal e o Wally.


A Guarda Civil desmantelou o "comando Biscaia", considerado o mais activo da ETA. Um dos terroristas tinha mapas de Lisboa.

Ás vezes os mais passivos são os piores... E que? Planeavam ataques ao Bairro de Loures?

sábado, 26 de julho de 2008

Romeu & Julieta

Na bela Verona, onde se vai passar este drama, duas famílias, iguais em nobreza, impulsionadas por antigos rancores, fazem com que entre si se desencadeiem novas discórdias, em que o sangue dos cidadãos tingue as mãos dos cidadãos.
Das entranhas fatais destas duas famílias inimigas, e sob funesta estrela, nascem dois amantes, cuja desventura e lamentável ruína há-de enterrar, com a sua morte, a luta dos seus pais. As terríveis peripécias deste fatal amor e a raiva obstinada desses pais, que nada pôde aplacar senão a morte dos filhos, vão ser, durante duas horas, o assunto da nossa representação.

(...)

Jardim de Capuleto

(Entra Romeu)

ROMEU- Só se ri das cicatrizes aquele que nunca sentiu uma ferida. (Julieta aparece à janela) Mas... devagarinho! Qual é a luz que brilha através daquela janela? É o oriente, e Julieta é o Sol. Ergue-te, ó Sol resplandecente, e mata a Lua invejosa, que já está fraca e pálida de dor ao ver que tu, sua sacerdotisa, és muito mais bela do que ela própria. Não queiras mais ser sua sacerdotisa, já que tão invejosa é! As roupagens de vestal são doentias e lívidas, e somente os loucos as usam. Deita-as fora! Esta é a minha dama! Oh, eis o meu amor! Se ela o pudesse saber! O seu olhar é que fala e eu vou responder-lhe... Sou ousado de mais; não é para mim que ela fala. Duas das mais belas estrelas de todo o firmamento, quando têm alguma coisa a fazer, pedem aos olhos dela que brilhem nas suas esferas até que elas voltem. Oh! Se os seus olhos estivessem no firmamento e as estrelas no seu rosto! O esplendor da sua face envergonharia as estrelas do mesmo modo que a luz do dia faria envergonhar uma lâmpada. Se os seus olhos estivessem no Céu, lançariam, através das regiões etéreas, raios de tal esplendor que as aves cantariam, esquecendo que era noite. Vede como ela encosta a face à sua mão. Oh! quem me dera ser a luva dessa mão, para poder tocar a sua face.

JULIETA- Ai de mim!

ROMEU- Está a falar... Oh! continua, anjo resplandecente! Porque esta noite tu brilhas tão esplendorosamente sobre a minha cabeça como um alado mensageiro do Céu perante o olhar extrasiado dos mortais, que escondem a íris nas pálpebras ao inclinarem-se para o contemplar quando ele perpassa por entre as nuvens indolentes e navega no seio do ar.

JULIETA- Oh! Romeu, Romeu! Mas porque és tu Romeu? Renega o teu pai, o teu nome; ou, se o não quiseres fazer, jura apenas que me amas e deixarei eu de ser uma Capuleto.

ROMEU (aparte)- Deverei eu continuar a ouvi-la, ou responder-lhe?

JULIETA- É apenas o teu nome que é meu inimigo; tu és tu mesmo, e não um Montecchio. E que é um Montecchio? Não é mão, nem pé, nem braço, nem rosto, nem qualquer outra parte que pertença a um homem. Oh! Sê qualquer outro nome! O que é que existe num nome? Aquilo a que nós chamamos rosa teria o mesmo perfume embora lhe déssemos outro nome! Assim, Romeu, ainda que não se chamasse Romeu, conservaria a mesma perfeição que agora possui. Romeu, renuncia ao teu nome, e em vez dele, que não faz parte de ti mesmo, apodera-te de mim!

ROMEU- Aceito. Chama-me apenas teu amor, e far-me-ei de novo baptizar. De ora avante nunca mais serei Romeu.

JULIETA- Quem és tu que, assim protegido pela noite, vens surpreender o meu segredo?

ROMEU- Eu não sei que nome hei-de pronunciar para te dizer quem sou. O meu nome, querida santa, eu próprio o odeio, por ser para ti um inimigo. Se eu o tivesse escrito, rasgá-lo-ia.

JULIETA- Os meus ouvidos não escutaram uma centena de palavras pronunciadas por esta voz, e contudo eu reconheço-a. Não és tu Romeu, e Montecchio?

ROMEU- Nem uma coisa nem outra, gentil donzela, se ambas te desagradam.

JULIETA- Dize-me: como vieste tu até aqui e para quê? Os muros do jardim são altos e difíceis de escalar; e este lugar será para ti a morte se algum dos meus parentes te descobre aqui.

ROMEU- Transpus estes muros com as leves asas do amor, porque não são as barreiras de pedra que o podem embaraçar; e o que o amor tem possibilidades de fazer ousa logo tentá-lo! Por isso mesmo, não são os teus parentes que me servirão de obstáculo.

JULIETA- Se eles te vêem, matar-te-ão.

ROMEU- Ai! Há mais perigo nos teus olhos do que em vinte das suas espadas. Basta que me olhes com ternura e ficarei couraçado contra a sua inimizade.

JULIETA- Por nada deste mundo eu queria que te vissem aqui.

ROMEU- O manto da noite oculta-me aos olhos deles. Mas, se tu me não amas, que importa que me encontrem? Seria melhor que o ódio deles pusesse fim à minha vida do que a morte tardasse faltando-me o teu amor.

(...)

(Entra, pelo outro lado do cemitério, FREI LOURENÇO com uma lanterna, alavanca e alvião)

FREI LOURENÇO- S. Francisco me ajude! Quantas vezes é que os meus velhos pés pisaram túmulos durante a noite? Quem está aí?

BALTASAR- Um homem que é vosso amigo e que vos conhece bem.

FREI LOURENÇO-Deus te abençoe. Dize-me cá, amigo, que tocha é aquela que dá inutilmente a sua luz às larvas e aos crânios sem olhos? Se não me engano, arde no mausoléu dos Capuletos.

BALTASAR- É verdade, Reverendo Padre. Está lá o meu amo, de quem vós sois amigo.

FREI LOURENÇO- Quem é ele?

BALTASAR- Romeu.

FREI LOURENÇO- Há quanto tempo está ele lá?

BALTASAR- Há mais de meia hora.

FREI LOURENÇO- Vinde comigo ao mausoléu.

BALTASAR- Não me atrevo, senhor. O meu amo julga que eu me fui embora; ele ameaçou-me de morte em termos assustadores se eu ficasse a espreitá-lo.

FREI LOURENÇO- Fica então, eu vou sozinho. Começo a ter um certo receio. Oxalá não tenha sucedido alguma desgraça.
BALTASAR- Enquanto dormia debaixo deste teixo sonhei que o meu amo se batia com outro homem e que o matou.
FREI LOURENÇO (aproximando-se)- Romeu! Meu Deus, meu Deus! Que sangue é este que mancha a entrada de pedra desta sepultura? Para que estarão aqui neste lugar de paz estas espadas ensanguentadas e sem dono? (Entra no túmulo)
Romeu! Oh! como está pálido!... E quem é estoutro? O quê Páris também? E banhado em sangue? Oh! que cruel hora a que foi culpada desta lamentável catástrofe! Oh! ela está a mover-se!...

(Julieta acorda)
JULIETA- Oh, caridoso irmão, onde está o meu senhor? Lembro-me bem em que lugar eu devo estar, e cá estou... Mas onde está Romeu?

(Ouve-se barulho)
FREI LOURENÇO- Ouço um certo ruído. Minha filha, abandonemos este antro de morte, de contágio e de sono contra a natureza. Um poder mais forte do que o nosso se ergueu para contrariar os nossos planos. Vem, vem. Fujamos daqui. O teu marido aí jaz morto nos teus braços; Páris também. Anda, vem comigo, que eu vou meter-te numa comunidade de santas religiosas. Não percas tempo com perguntas, que aí vem a guarda. Vem, vem, minha boa Julieta. (Ouve-se barulho outra vez) Eu não ouso ficar aqui por mais tempo.

JULIETA- Ide, ide vós, porque eu não sairei daqui. (Sai Frei Lourenço) Que é isto? Um frasco tão apertado na mão do meu tão fiel amor? Agora vejo que foi o veneno que tão cedo o levou. Oh! egoísta! para que o bebeste tu todo e não deixaste uma gota amiga que me ajudasse a ir ter contigo? Vou beijar os teus lábios, meu amor; talvez aí encontre um resto de veneno, cujo bálsamo me fará morrer... (Beija-o) Os teus lábios estão ainda quentes. (...) O quê? Barulho?! Então não há tempo a perder. Oh, punhal abençoado! (Agarrando no punhal de Romeu) Eis a tua baínha... (Apunhala-se) Cria ferrugem no meu peito e deixa-me morrer! (Cai sobre o cadáver de Romeu e expira).

PRÍNCIPE- Esta carta confirma as palavras de Frei Lourenço. Romeu conta as peripécias do seu amor... a notícia da morte de Julieta... Diz aqui que comprou o veneno a um pobre boticário e com ele se dirigiu a este sepulcro, para morrer e ficar repousando ao lado de Julieta... Onde é que estão esses inimigos? Capuleto! Montecchio! Vede que maldição pesa sobre o vosso ódio. O Céu encontrou meios de matar as vossas alegrias com o amor... E eu, por ter fechado os olhos aos vossos ódios, perdi dois dos meus parentes: todos fomos bem castigados.

CAPULETO- Oh! meu irmão Montecchio! dá-me a tua mão. Este é o dote da minha filha, pois nada mais posso reclamar.

MONTECCHIO- Mas eu posso dar-te mais. Hei-de mandar erguer, em honra da tua filha, uma estátua de puro ouro. E, enquanto Verona for conhecida por este nome, não haverá imagem alguma a quem se preste maior veneração do que à da leal e fiel Julieta.

CAPULETO- De igual esplendor mandarei eu fazer uma a Romeu, que ficará ao lado da sua esposa. Pobres vítimas da nossa inimizade!

PRÍNCIPE- Sinistra paz traz consigo esta manhã; para nos mostrar a sua dor, o Sol velou o seu rosto. Retiremo-nos daqui para falarmos ainda sobre estes tristes acontecimentos. Uns serão perdoados, outros serão punidos, pois jamais história alguma houve mais dolorosa do que a de Julieta e a do seu Romeu.

(Saem)


(William Shakespeare - Romeu & Julieta)

sexta-feira, 25 de julho de 2008

11 videoclips de brandar aos céus

Nine Inch Nails - Happyness in Slavery

As referências sadomasoquistas presentes nos videoclips dos NIN já se tornaram o ex-libris da casa. O videoclip "Closer" assim como outros são completamente intragáveis para as pessoas mais sensíveis. Se o "Saw" tivesse direito a um Greatest Hits não estaria muito longe disto. Ver para confirmar:




Madonna - Like a Prayer

A cantora foi responsável por um dos videoclips mais polémicos de sempre. Consegue juntar referências ao estigma de Jesus Cristo, alusões ao Klux Klux Klan com as cruzes a arderem por trás dela, é testemunha de um crime de violação e até se apaixona por um santo negro. Madonna a demonstrar aquilo que melhor a caracterizava dali para a frente: o gosto pela polémica (videoclips como "Justify My Love", "Erotica", "Music", What it feels like for a girl" ou o mal fadado "American Life" não desmentem). Valeu-lhe um cancelamento de um contrato milionário com a Pepsi, apesar de ter direito ao dinheirinho todo, e a ameaça de ser excomungada pelo próprio Papa.



Fatboy Slim - Weapon of Choice

Os videoclips dos Fatboy Slim são aquilo que os americanos apelidam de "weird". Neste, aparece o actor Christopher Walken a dar o ar da sua graça, na pele de um frustado empresário (possivelmente será um...) que teve um encontro em 1º grau com a música dos Fatboy e decidiu libertar a franga (notem os dotes de bailarino do homem!). Nada podia ser mais alienígena do que o videoclip.




Prodigy - Smack My Bitch Up

Os Prodigy parecem ter interiorizado que controvérsia são com eles. O videoclip que se segue foi gravado com o efeito Gonzo (Na linguagem pornográfica, acontece quando o personagem é o mesmo que o realizador) e tem cenas menos aconselháveis para as criancinhas. A MTV não tardou a exila-lo e eles agradeceram.



Aphex Twin - Come to Daddy

A Björk ao pé destes senhores é como a Luciana Abreu ao pé da Greta Garbo. Os videoclips são completamente estranhos e fogem à narrativa comum que normalmente o mercado mainstream nos apresenta constantemente. Para quem gosta de coisas diferentes, aliás, demasiado diferentes é mais do que aconselhável.



Jaz Z - 99 Problems

Detesto videoclips de rappers. Aliás, detesto rappers. Não vou comentar.



Marilyn Manson - The Beautiful People

Falar sobre coisas estranhas e não falar do Marilyn Manson é como falar da privatização da GALP e não falar do PCP.






Videoclip : Marylin Manson : Beautiful People - kewego


Björk - Pagan Poetry

Falamos da mulher e ela tinha mesmo que aparecer. De mamocas ao léu pois claro porque isto de se distanciar do mundo erotizado da pop não é para qualquer um. Não é Björk?



Robbie Williams - Rock DJ

E também não podíamos falar de pop sem falar de Robbie Williams. O menino bonitinho da pop britânica até sentiu um arrepio com a chegada à Terra de Amy Winehouse mas muito antes de ela invandir os palcos com pura coca e com doses industriais de álcool já este senhor tinha feito um videoclip em que se despia de preconceitos (literalmente). Quando digo, despia-se, digo mesmo tudo. Pele e carne. A expressão "abanar o esqueleto" nunca fez tanto sentido.



David Hasselhoff - Hooked on a Feeling

Esqueçam os filmes da Disney. Esqueçam os videoclips da Romana, da Ágata e do Iran Costa. David Hasselhoff consegue nos fazer concluir que afinal o seu desempenho na Baywatch não era assim tão mau. Em todos os casos, meter água é a sua marca registada. Kit, traga o meu carro...



Radiohead - Paranoid Android

Exaltados por muitos como uma das melhores bandas do mundo, os Radiohead não deixam os seus créditos por mãos alheias. Para esta faixa do álbum Ok Computer, chamaram Magnus Carlsson, o criador sueco de uma série de animação do Channel 4 – Robin – que todos os membros dos Radiohead adoravam ver. A maluqueira anda algures por aqui.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Bacalhau fresco com molho raïto


Ingredientes:

4 filés de cod (bacalhau fresco) sem pele (aproximadamente 1kg)

2 colh. (sopa) de sal marinho grosso

2 colh. (sopa) de açúcar

pimenta do reino recentemente moída

farinha de trigo para polvilhar

2 1/2 colh. (sopa) de azeite de oliva

azeitonas pretas sem caroço para guarnecer

Para o molho:

2 colh. (sopa) de azeite de oliva

2 cebolas médias finamente picadas

2 folhas de louro

3 talos de salsão ou erva-doce

3 tomates médios, maduros

3 dentes de alho

3 ramos de salsa fresca

150ml de vinho tinto

1 colher (chá) de açúcar

2 colh. (chá) de alcaparras drenadas

2 pepinos em conserva pequenos

Seque os filés de bacalhau com papel toalha. Misture juntos o sal e o açúcar e esfregue sobre os filés. Coloque em um prato, cubra e leve à geladeira por 3 horas.
Enquanto isso faça o molho: coloque o azeite em uma panela, adicione as cebolas, louro, talo de salsão e cozinhe em fogo baixo por 12 a 15 minutos, até estar macio, mexendo ocasionalmente.
Pele os tomates, remova as sementes e pique. Pique o alho e a salsa bem fininho. Adicione o alho e salsa às cebolas, e em seguida os tomates. Acrescente o vinho, aumente um pouco o fogo e cozinhe por 3 minutos. Adicione aproximadamente 200ml de água (ou menos - vá acrescentando aos poucos de acordo com a necessidade). Tempere e adicione o açúcar. Continue cozinhando por 5 minutos.
Pique finamente os pepinos e junte as alcaparras. Acrescente à mistura da panela e cozinhe por 10 a 15 minutos, adicionando algumas colheres de água se o molho ficar seco. Reserve. Antes de servir, reaqueça e descarte os talos de salsão e o louro.
Lave os filés de bacalhau em água fria, coloque em uma panela cobertos com água fria e tempere levemente. Cozinhe em fogo baixo até pequenas bolhas começarem a se formar na água. Seque os filés em papel absorvente.
Polvilhe com farinha. Aqueça o óleo em uma frigideira e frite os filés em fogo moderado por 2 a 3 minutos de cada lado, até dourar. Coloque em uma assadeira e sirva imediatamente, coberto com o molho e guarnecido de azeitonas.

Nota: sugiro que ao invés de fritar o bacalhau, o leitor o leve ao forno após estar cozido em água, coberto com o molho. Além de evitar a fritura, isso evitaria manusear muito o peixe, já que ele se desmanchou um pouco ao ser frito...

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Desabafo


Existem momentos na vida em que me apetece começar do zero, sob pena da minha vida virar um autêntico zero.

Nomadismo - Sugestão de Destino de Férias

No Verão a praia é um destino tão inevitável que já se torna desinteressante. Convém ter algum bronze mas aqui ficam novas sugestões:



Opção Douro:

Hospede-se no Atmosphere Hotel durante duas noites em quarto duplo, paga 515€ incluindo pequeno-almoço, percurso com guia e GPS, bicicleta híbrida, piquenique gourmet, jantar vínico e visita pedonal guiada. Mais informações aqui.



Opção Serra Peneda:

A Ecotura apresenta um programa mais activo. Por 137,5€ por pessoa pode, durante o fim-de-semana, passear por entre bosques e falésias avistando o rio e as cascatas e por mais 16,25€ tem direito a um quarto individual, duas refeições de campo e um jantar regional. Crianças até 12 anos tem 50€ de desconto. Mais informações aqui. Pode também ligar 251465025 ou 934671393.



Opção Ecoland:

Mais para sul, pode sempre fazer canoagem no rio Guadiana, seguindo a sugestão da Ecoland e do Cantar do Grilo e observar a fauna e flora do Parque Natural. Por 146€ por pessoa, háduas noites de alojamento, jantar, dois piqueniques, canoa para duas pessoas, visita a Mértola e aos seus museus romano e islâmico. Ver www.cantardogrilo.com ou www.ecoland.pt para mais informações ou ligue 286611111 ou 961043389.

Batman, The Dark Knight


Lembrete. Estreia amanhã e já causou polémica pela excessiva promoção do falecido actor, Heath Ledger, que interpreta o vilão do filme, Joker. "Batman, The Dark Knight" é a prova viva, que por vezes, a adaptação da banda desenhada para o cinema pode ter excelentes resultados. Estreou na passada sexta-feira nos EUA e logo no primeiro dia ultrapassou a marca para a melhor bilheteira num dia de estreia, repetindo o feito no fim-de-semana inaugural. A Warner regozija. Esta talvez seja uma das adaptações mais fieis do género relativamente aos outros filmes do homem morcego e até mesmo relativamente a outros filmes do mundo da B.D. e essa é provavelmente a razão de tamanho sucesso. Christopher Nolan criou um blockbuster inteligente atraindo uma variedade enorme de público. Amanhã a gente compensa-lhe o esforço.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Timon e Pumba versão desafino

Para descontrair depois das bacoradas abismais de pessoas homofóbicas que não são homofóbicas, que fazem as toupeiras ficarem eternamente gratas por viverem debaixo da terra e entristecidas por, apesar de serem cegas, não serem surdas. Mas o vídeo não é de toupeiras. Trata-se da versão moderna de Timon e Pumba, o saudoso casal gay de "O Rei Leão". Eu não consigo parar de rir. Escrevi este post nos intervalos de 10 segundos que tenho entre as minhas gargalhadas de 2 horas. Enjoy!


O objectivo da Educação

"A educação, bem longe de ter o indivíduo e os seus interesses como único e principal objectivo, é, antes de mais, o meio pelo qual a sociedade renova continuamente as condições da sua própria existência. A sociedade só pode viver se entre os seus membros existir suficiente homogeneidade. A educação perpetua e reforça tal homogeneidade, começando por fixar no espírito da criança as semelhanças essenciais que a vida colectiva requer."

Émile Durkheim, Educação e Sociologia

As 50 piores canções de sempre

Quer conhecer as 50 piores canções de sempre então dê uma olhada no artigo da Blender. Clique aqui. Certamente esqueceram-se de "O Bicho" de Iran Costa. Já agora, sabem qual é a "mulher" de "O Bicho"? É a mesma que o "homem" de Maria Castela Branca... (Piada ordinária)

D. Afonso Henrique Monteiro


"Antes que venha a ILGA, ou outro qualquer lóbi "gay", acusar-me da costumeira homofobia ou coisas do estilo, permitam-me que diga o seguinte: sou, no geral, contra qualquer discriminação, nomeadamente contra a discriminação de homossexuais."


Fico agradecido que se lembre que existe uma ILGA. Fico agradecido também que reconheça a contra-argumentação. Astuto! Não compreendo no entanto porque é que o discurso de alguém que não é homofóbico (ou que pelo menos pensa que não é) usa constantemente a terminologia "lóbi", com sentido claramente pejorativo para designar grupos defensores das minorias. Como se os grupos defensores das minorias tivessem descendência alienígena, fossem dignos das pesquisas exautivas de Fox Mulder ou de uma desinfestação dos Men In Black (Black? Fugiu-me a boca para a minoria). Talvez seja uma estratégia da direita conservadora denominar negativamente de "lóbi" tudo que ouse contradizer a norma vingente no pedestal da sua máxima autoridade absolutista (Note-se que eu nem recorri do cliché de esquerda ao chamar de Henrique Monteiro de fascista porque nas suas palavras ele até é contra as discriminações de homossexuais. No GERAL entende-se. Paneleiros paneleiros vamos lá ter calma!). Continuando, Henrique Monteiro deve certamente esquecer-se das MAIORIAS nossas bem conhecidas como a Igreja Católica e a mentalidade judaica-cristã que daí advém ou MacDonalds (este último perigosíssimo inimigo dos homossexuais), que tal como Henrique Monteiro não são homofóbicos. Este, por sua vez, esquece também os jornalistas que trabalham na sua redacção que também não são homossexuais e, que possivelmente, não querem dar o nó. Eu queria. Dar o nó no pescoço do Senhor Henrique. Já que não há pachorra para nós no cérebro.

"Isto passa por defender, como absolutamente legítimo e inquestionável, a possibilidade de os casais homossexuais terem mais ou menos o mesmos direitos do que os outros casais. E digo mais ou menos porque há um direito que eu sei que eles não devem ter: o de adoptar crianças. Reparem que eu jamais direi que um casal homossexual, só por o ser, não sabe tratar crianças com amor e com todos os requisitos de que elas necessitam. Mais: defendo - e defendi, numa crónica neste jornal quando a questão concreta se pôs - que um tribunal não pode tirar um filho ao seu pai ou mãe natural baseado no facto de ele (ou ela) ser homossexual."


Vamos lá ver: ou tem todos os direitos ou não tem nenhum. Em que ficamos? "Todos" não são alguns. "Todos" são todos! Faz-me lembrar a velha História do: "Defendo absolutamente os direitos dos negros. Só que não defendo o acesso destes ao ensino. Não defendo as uniões inter-raciais. Não defendo profissões inclusivas para este grupo racial. Hum, pensando melhor defendo apenas o direito de estes existirem". Que é como quem diz, o direito de estes não levarem um balázio na testa sob pena de se sentirem tão iguais aos brancos.

"Apenas digo que o Estado, ou quem guarda as crianças a adoptar, não deve discriminar nenhuma delas entregando-a a um casal que não está dentro da norma (no sentido em que a norma, encarada do ponto de vista meramente estatístico, é o casal heterossexual). Aliás, quando o primeiro-ministro, criticando Manuela Ferreira Leite, considerou 'pré-moderno' afirmar que o casamento se destina à procriação, eu permito-me discordar. Não é pré-moderno, é da condição humana."


Um casal fértil (em que ambos os parceiros são fertéis) que decide adoptar, a nível estatístico, não está dentro da norma. Portanto não deve adoptar, certo? Henrique Monteiro prossegue dando relevo à condição humana. Entenda-se, condição biológica. Eu ia jurar que a capacidade de amar um filho não era meramente biológica ou humana se quiser. Capacidade essa que todos os casais homossexuais, como Henrique Monteiro afirmou posteriormente e muito bem, predispõem. Depois li a crónica do Henrique e fiquei a saber que a capacidade de amar é meramente biológica. Razão pela qual casais infertéis não amam ninguém. Ou noutra perspectiva, pais adoptivos não amam os seus filhos adoptados. Tradução: os laços de sangue sobrepõem-se ao amor por filiação. Agora compreendo aquelas mães que assassinam os seus filhos biológicos.

"Todos nós ao cimo da terra somos filhos de um pai e de uma mãe e não de dois pais ou de duas mães. O Estado pode legislar contra este facto da natureza, mas é arrogante pensar que pode alterá-lo na sua essência."


Até os homossexuais. Mas estamos a falar de adopção ou de gravidez biológica? Vou fazer um desenho: Papa + Mama = Filho biológico; Papa + Papa = Filho adoptado; Mama + Mama = Filho adoptado. Eu sou péssimo a desenho mas espero que o Henrique perceba. A questão mantém-se: Nature vs. Nurture. Quem dá mais?

"De resto, a discriminação que sofreria uma criança entregue a um casal homossexual é, a meu ver, muito mais condenável do que não chamar 'casamento' à união que consagra os direitos de dois homossexuais."


Com pessoas como o Henrique percebe-se logo o porque. As crianças que sofreram por terem dois pais divorciados nunca mais foram a mesmas depois disso. O Mário do Big Brother, que nasceu numa familía completamente funcional de classe alta (?), que o diga. Mas é claro que o divórcio ainda continua a ser algo muito raro.

"Acrescentaria, ainda, que uma lei de coabitação bem feita poderá perfeitamente servir. Com a vantagem de o Estado não necessitar de saber quem é homossexual e quem apenas vive junto por necessidade económica, amizade pura ou outro qualquer aspecto que só ao próprio diz respeito."


Semelhanças com o "uma coisa é o casamento, outra é outra coisa qualquer" de MFL ou o contubérnio entre escravos é pura coincidência.

"Resolver problemas na prática é a finalidade da política. Se permitir todos os direitos menos o da adopção (como parece ser a disposição do PS e do PSD), não se pode chamar a essa junção 'casamento', como pretendem certos políticos convencidos da sua modernidade. A insistência no nome apenas revela a agenda escondida, ou seja, a adopção de crianças por homossexuais. E isso seria de uma estupidez imperdoável."


Essa é o medo de morte da direita. Já percebemos todo o truque. Casamento e adopção. Nem mais nem menos! O perigo para as crianças sempre esteve em cabeças como o senhor. O velho argumento da direita: "Quem está em causa não são os direitos dos homossexuais, são os direitos das crianças!" Mas Henrique Monteiro, cá entre nós, reconheça: mais tarde ou mais cedo vamos casar e adoptar crianças, levando-as para uma nave especial nos confins de Plutão para aderirem em peso ao poderoso "lóbi" e depois acontece como a Dinamarca em 1989 que teve o desplante de legalizar a união civil homossexual (ou something like that) e cujo taxas de natalidade desceram a pique. Confirma-se: Henrique Monteiro é tão liberal como Manuela Ferreira Leite. Como dizia Fernanda Câncio "há que se chamar os bois pelo nome": HOMOFÓBICO!

P.S. A Resposta de Ana Matos Pires ao Senhor Verdade Absoluta! Clique aqui.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Cansei de Ser Sexy

Numa das canções de "Donkey", "Give Up", Lovevoxxx canta "Life is just so serious/ You won't make me serious", mas durante a maior parte do disco a segunda afirmação raramente se confirma. Pelo menos quando se comparam os temas aí incluídos com os do primeiro álbum dos Cansei de Ser Sexy, a banda brasileira mais internacional dos últimos tempos.

Há dois anos, "Cansei de Ser Sexy" foi uma das maiores surpresas do panorama pop alternativo, exibindo uma energia contagiante, uma postura despretensiosa e uma amálgama de estilos que, sem renovações de maior, conseguiu definir uma identidade singular. Com uma produção orgulhosamente lo-fi que em nada comprometia um fortíssimo apelo melódico e um espírito de folia descontrolada, o disco confirmou a promessa manifestada nos EPs que percorreram o underground de São Paulo e, depois, a internet.

Desde então, o quinteto (outrora sexteto) foi rapidamente promovido a nova coqueluche indie mais ou menos exótica, estatuto que "Donkey" torna agora algo duvidoso. Não por ser um mau sucessor, já que acerta mais do que falha, mas por diluir os elementos da música da banda que mais geravam entusiasmo, constituindo uma versão pasteurizada das vitaminas pop do primeiro álbum.

Mais linear, contido e homogéneo, o disco só ocasionalmente oferece a ousadia e desbragamento do anterior, e embora a banda exiba maior solidez instrumental e vocal o preço a pagar pelo acréscimo de profissionalismo é demasiado alto, levando à perda de grande parte da espontaneidade - e de quaisquer temas cantados em português, alguns dos seus melhores.
A produção, a cargo de Spike Stent (Massive Attack, Madonna, Björk) e Adriano Cintra, o único elemento masculino da banda, também contribui para isso, investindo numa polidez que torna o alinhamento quase imune a contrastes.

Há, contudo, excepções, como o primeiro single, "Rat is Dead (Rage)", com óptimas guitarras pilhadas às Breeders ou aos Sonic Youth. Uma das canções mais abrasivas do grupo, sugeriu que a electrónica teria menos protagonismo em "Donkey", o que acabou por confirmar-se.
Ainda assim esta persiste em alguns momentos, não tanto através de batidas saltitantes mas em sintetizadores que não andam longe dos Killers ou dos Bravery - temas como "How I Became Paranoid" ou "Beautiful Song" não enganam. Já em "Reggae All Night" servem um groove de base funk, mais festiva, mesmo que longe de devaneios, e na pequena pérola "Believe Achieve" é recuperada a atmosfera do primeiro disco, onde Lovefoxxx está mais carismática do que nunca.
Menos apelativa, embora eficaz, "Left Behind" segue modelos de uma teen pop que Avril Lavigne não desdenharia e "Air Panther", a fechar, procura ambientes mais apaziguados e intimistas, pistas talvez a explorar num futuro próximo.

Não sendo uma desilusão, "Donkey" também não é o passo em frente que se esperaria de uma banda com uma estreia tão fulgurante. É antes um suficientemente interessante passo para o lado, que mantém algum apelo sem nunca se tornar hipnótico. Mas não deixa de ser um disco apropriado para a época estival, solarengo e divertido q.b., mesmo que provavelmente tenha um prazo de validade tão limitado como um qualquer amor de Verão.



Sapo, 21 de Julho de 2008

Frase da Semana


"Só há uma diferença entre um louco e eu. O louco pensa que é sadio. Eu sei que sou louco." [Salvador Dali]

domingo, 20 de julho de 2008

Cyndi Lauper - Into The Nightlife


Definitivamente esta música não me sai da cabeça. Por favor matem a Cyndi Lauper senão corro o risco de transformar o meu quarto num temível Studio 54. A música tem todo potencial de ser um hit. A orquestração electrónica remete-nos para um "In Your Arms" de Kylie Minogue, o vocoder eleva a voz de banshee de Cyndi, a letra nocturna e incandescente ilumina qualquer noite esquecida de sexta feira. Para ouvir e chorar por mais. Ou melhor, para ir para dentro da vida nocturna. Clique aqui.

Thomas Dyk


Que a República Checa era exímia em actores porno que fazem os nossos sonhos parecerem uma realidade inevitável isso já sabíamos. A Eurocreme e a Bel Ami transporta-nos para esse paraíso terrestre sem se preocuparem com as possíveis consequências. Sem se preocuparem com eventuais pilosidades nas palmas da mão. Ora, numa dessas minhas sessões de onanismo vi o meu príncipe encantado. Gosh! Vocês não tem mesmo noção. Thomas Dyk. Nascido em Praga, capital dos deuses do Centro da Europa. Até o cabelo eu tenho cortado como o dele. Adoro o percing. Definitivamente eu tenho a certeza que estou platonicamente apaixonado. E sou correspondido. Todas as noites. Num filme pornográfico, perto de si.




Sai de Baixo

Os anos 90 foram a década da expansão desmesurada da Internet, da hipnose colectiva do telemóvel, do domínio planetário das Spice Girls e do "Sai de Baixo". As minhas noites não existiriam sem "Sai de Baixo". As burrices da Magda, o snobismo intragável mas hilariante do Caco, era um vício televisivo. Para recordar.

Nelson Mandela


Existem poucas pessoas no Mundo que merecem ser admiradas. Dessas muitas serão lembradas e outras esquecidas. Nelson Mandela pertence ao primeiro grupo. Admirado e nunca esquecido.

Em infância empanturra-nos de histórias sobre heróis e vilões, castelos e aventuras, desafios e amores proibidos. Projectamos a nossa expectativa no futuro e desejamos ser admirados como os cavaleiros das lendas do impossível. Travamos batalhas mais ou menos ardilosas, combates mais ou menos exaustivos. Todos nós. Até que conhecemos pessoas como Nelson Mandela e achamos que não fizemos mais do que a nossa obrigação conformando-nos com o nosso papel de meros mortais.

Diz-se que um segundo pode mudar a eternidade. Em 90 anos o Mundo nunca mais será o mesmo. Culpem Nelson Mandela com um Parabéns bem sentido. Ele já o mudou.

sábado, 19 de julho de 2008

Memórias de Infância

Beheer

A companhia de seguros "Central Beheer" é conhecida pelos seus anúncios publicitários divertidos mas com uma boa dose de polémica. Ou não fosse ela de nacionalidade holandesa. Vejamos:

A ambulância



Acupuntura



A tatuagem



Adão muito pouco convencional

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Envy


Terry Gilliam criticou a campanha promocional do novo filme de «Batman» porque acredita que os patrões do filme estão a usar a morte trágica de Heath Ledger para gerar publicidade, noticia a Female First.

O actor morreu de uma overdose acidental de medicamentos em Janeiro, pouco tempo depois de gravar o seu último filme, «The Imaginarium of Dr Parnassus», com realização de Gilliam.

O realizador receia que os produtores do penúltimo filme de Ledger, «The Dark Knight», estejam vergonhosamente a facturar com os rumores de que a estrela possa vencer um Oscar pelo seu papel do vilão «Joker».

«Isso é o que a Warner Brothers estão a dizer, mas eles farão tudo para publicitar o filme. É exactamente o que eles fazem e não se pode ficar aborrecido porque é treta. Eles são como um grande tubarão branco que devora aquilo que puder», acusou.

Portugal Diário, 17 de Julho de 2008